Advogado para golpes e fraudes financeiras Você foi vítima de fraude ou golpe financeiro e perdeu valores acima de R$ 20.000,00?
Golpe do PIX, falsa central, falso investimento, criptomoedas ou empréstimo que você não contratou. Atuo junto aos bancos e às instituições envolvidas, com estratégia personalizada para cada tipo de fraude e atendimento online em todo o Brasil.
- OAB/RS 125.967 · OAB/SP 519.527
- Sigilo profissional
Principais golpes e fraudes em que atuo
Escolha o tipo de golpe. A conversa abre no WhatsApp com a mensagem pronta. Atuo em casos com prejuízo acima de R$ 20.000,00.
Quando o banco pode ser responsabilizado pelo golpe?
Os bancos respondem por fraudes ligadas às suas operações, como define a Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça. Estas são as situações mais comuns.
- Transações fora do seu perfil que o banco não bloqueou, como vários PIX de valores altos em poucos minutos.
- Falhas de segurança no aplicativo, no atendimento ou no uso de dados do cliente pelos golpistas.
- Contas abertas de forma fraudulenta e usadas para receber o dinheiro do golpe (responsabilidade do banco de destino).
- Empréstimos, cartões ou compras feitos em seu nome sem a sua autorização.
- Demora ou recusa em agir depois do seu aviso, inclusive no uso do Mecanismo Especial de Devolução (MED) do PIX.
Nem todo golpe gera responsabilidade do banco. As circunstâncias de cada caso são analisadas individualmente.
Primeiros passos depois de cair em um golpe
Nos golpes financeiros, cada hora conta. Agir rápido aumenta as chances de bloquear os valores antes que sejam transferidos. Veja os cuidados gerais. Cada caso, porém, precisa ser analisado individualmente.
Pedir orientação para o meu caso-
Avise o seu banco imediatamente
Use os canais oficiais e peça o bloqueio das transações. No PIX, solicite a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que pode ser pedido em até 80 dias. Anote todos os protocolos.
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Preserve as provas
Guarde comprovantes, extratos, conversas, números de telefone, perfis e sites usados no golpe. Faça capturas de tela com data e hora e não apague nada.
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Registre um boletim de ocorrência
Em regra, ele pode ser feito pela delegacia online do seu estado. Informe os dados das contas que receberam o dinheiro.
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Registre reclamações formais
Além do banco, é possível registrar reclamação no Banco Central e no Consumidor.gov.br. Esses registros reforçam que você buscou resolver pelos meios disponíveis.
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Desconfie de promessas de recuperação garantida
Depois de um golpe, é comum aparecerem falsos "especialistas" ou até falsos advogados prometendo recuperar o dinheiro de forma garantida. Ninguém pode garantir um resultado que depende dos bancos e do Judiciário. Mas a escolha de um profissional especialista, que conheça a fundo esse tipo de fraude, faz toda a diferença para o seu caso.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a análise individual de um advogado.
Por que contratar um advogado?
Os bancos costumam negar a responsabilidade nos canais de atendimento. A atuação jurídica estratégica busca a recuperação dos valores e a reparação dos danos.
Atuação extrajudicial
Pedidos formais e fundamentados diretamente às instituições financeiras e de meios de pagamento onde os valores estavam depositados e para onde foram transferidos.
Pedido de liminar
Atuação ágil desde os primeiros passos do processo, com pedido de liminar para bloqueio de valores nas instituições.
Possibilidade de indenização
Além dos danos materiais sofridos, possibilidade de indenização por danos morais.
Coleta e preservação das provas digitais
Registro adequado de comprovantes, conversas e dados do golpe, para que as provas tenham validade jurídica.
Identificação dos responsáveis
Pedido judicial de dados das contas que receberam os valores e dos acessos usados no golpe, para identificar os envolvidos.
Estratégia personalizada
Cada tipo de fraude pede um caminho diferente: contra o banco de origem, o banco de destino, a corretora ou os próprios autores.
O que diz a lei
- Código de Defesa do Consumidor (art. 14): o banco responde pelos danos causados por falhas na prestação do serviço, inclusive de segurança.
- Súmula 479 do STJ: as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias.
- Regras do Banco Central para o PIX: preveem o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que permite o bloqueio e a devolução de valores em casos de fraude.
Do primeiro contato ao acompanhamento
Todo o atendimento pode ser feito online, com sigilo e comunicação clara em cada etapa.
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1
Primeiro contato
Você conta pelo WhatsApp como o golpe aconteceu, quando e qual foi o valor perdido.
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2
Análise do caso
Analiso os comprovantes, as conversas e as respostas do banco, e faço a coleta e a preservação adequadas das provas digitais, para que tenham validade jurídica.
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3
Proposta e contrato
Apresento a estratégia indicada e os honorários de forma transparente, antes de qualquer início de trabalho.
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4
Atuação e acompanhamento
Você recebe atualizações sobre cada etapa, com linguagem clara.
Anderson Robeck de Carvalho
Advogado especialista em Direito Digital e Proteção de Dados pela Escola Brasileira de Direito (EBRADI). Atendo pessoas e empresas em todo o Brasil em casos de golpes e fraudes financeiras, com atuação junto a bancos, instituições de pagamento e corretoras.
Conheça minha trajetóriaPerguntas sobre golpes e fraudes financeiras
Respostas para as dúvidas mais comuns de quem perdeu dinheiro em um golpe.
É possível recuperar o dinheiro perdido em um golpe do PIX?
Em muitos casos, é possível buscar a recuperação. O caminho depende de como o golpe aconteceu: pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED) do PIX, por pedido de bloqueio dos valores nas contas que receberam o dinheiro ou por ação contra os bancos envolvidos, quando há falha na segurança ou no atendimento.
O banco é responsável pelo golpe?
Depende do caso. Pela Súmula 479 do STJ, os bancos respondem por fraudes ligadas às suas operações, como transações fora do perfil do cliente que não foram bloqueadas ou contas abertas de forma fraudulenta para receber os valores. Cada situação precisa ser analisada individualmente.
O que é o MED do PIX?
É o Mecanismo Especial de Devolução, criado pelo Banco Central para casos de fraude no PIX. A vítima pede ao seu banco, em até 80 dias, que acione o banco que recebeu o dinheiro, que pode bloquear e devolver os valores que ainda estiverem na conta.
Quanto tempo tenho para agir?
Quanto antes, melhor. O MED do PIX pode ser pedido em até 80 dias, e o bloqueio de valores é mais eficaz nas primeiras horas, antes que o dinheiro seja transferido para outras contas. Para a ação judicial contra o banco, há prazos maiores, que são verificados na análise do caso.
Por que você atende casos acima de R$ 20 mil?
Concentro minha atuação em casos com prejuízo acima de R$ 20.000,00, em que a atuação jurídica estratégica, com pedidos de bloqueio e ações contra as instituições, costuma ser mais adequada. Para valores menores, os canais do banco, o MED e os Juizados Especiais podem ser caminhos mais simples.
Golpes com criptomoedas têm solução?
Em alguns casos, sim. É possível pedir informações e bloqueios às corretoras (exchanges) que receberam ou converteram os valores e buscar a responsabilização dos envolvidos. A viabilidade depende do caminho do dinheiro e é avaliada na análise do caso.
Fizeram um empréstimo em meu nome. O que fazer?
Conteste a contratação no banco, registre um boletim de ocorrência e não use o dinheiro que eventualmente caiu na conta. Quando o banco não resolve, é possível pedir na Justiça o cancelamento do contrato, a devolução dos valores descontados e, conforme o caso, indenização.
Como são definidos os honorários?
Os honorários são combinados com transparência e formalizados em contrato antes do início de qualquer trabalho, observando os parâmetros da Tabela de Honorários da OAB e as particularidades de cada caso.
Conte brevemente o que aconteceu
Envie sua mensagem pelo formulário ou pelos canais abaixo. O retorno é feito pelo próprio advogado.